Quinta-feira, Abril 08, 2004
Mentira
Nos últimos tempos, muito se tem falado em mentiras. Mais concretamente, nas supostas mentiras de Bush e dos seus apoiantes. Pode, até, haver alguma mentira. Eu não as encontrei. Mas podem existir.
Contudo, é estranho ouvir mentirosos falarem em mentira (como já argumentaram João Marques de Almeida e Vasco Rato, bloquistas, comunistas e seus amigos, continuam com o terrível hábito de mentir).
Por vezes, lembro-me de um dirigente académico arrogante (do Bloco?) que gozou comigo e com um amigo meu, que teve a coragem de lhe dizer que não concordava com a argumentação utilizada pela esquerda festiva, a propósito da guerra do Iraque (ou terá sido a propósito do pagamento de propinas?). Lembro-me, também, da convicção que as suas palavras deixavam transparecer. O rapaz falava como se o mundo estivesse errado e ele fosse o único ser suficientemente lúcido para chegar à verdade.
Na minha opinião, e citando o inevitável João Marques de Almeida, “Estas pessoas não se limitam a mentir. Elas vivem na mentira e já nem sequer sabem o que é a verdade”. Não há volta a dar-lhe. Digo mais, quem acredita em ideologias assassinas, não tem legitimidade para chamar George Bush de ditador (saberá o bloquista anónimo o significado do lexema ditador? Respeitará ele os Direitos Humanos? Se respeita, desconhece que personagens como Estaline, Lenine, Trotski e Fidel Castro existiram)!
De qualquer forma, gostaria de dar uma mera sugestão (numa tentativa frustrada de ter piada): já que estamos em ano de manifestações estudantis, poderia organizar-se uma manifestação para que se façam os funerais de algumas almas enterradas na Sibéria há umas dezenas de anos.
Nos últimos tempos, muito se tem falado em mentiras. Mais concretamente, nas supostas mentiras de Bush e dos seus apoiantes. Pode, até, haver alguma mentira. Eu não as encontrei. Mas podem existir.
Contudo, é estranho ouvir mentirosos falarem em mentira (como já argumentaram João Marques de Almeida e Vasco Rato, bloquistas, comunistas e seus amigos, continuam com o terrível hábito de mentir).
Por vezes, lembro-me de um dirigente académico arrogante (do Bloco?) que gozou comigo e com um amigo meu, que teve a coragem de lhe dizer que não concordava com a argumentação utilizada pela esquerda festiva, a propósito da guerra do Iraque (ou terá sido a propósito do pagamento de propinas?). Lembro-me, também, da convicção que as suas palavras deixavam transparecer. O rapaz falava como se o mundo estivesse errado e ele fosse o único ser suficientemente lúcido para chegar à verdade.
Na minha opinião, e citando o inevitável João Marques de Almeida, “Estas pessoas não se limitam a mentir. Elas vivem na mentira e já nem sequer sabem o que é a verdade”. Não há volta a dar-lhe. Digo mais, quem acredita em ideologias assassinas, não tem legitimidade para chamar George Bush de ditador (saberá o bloquista anónimo o significado do lexema ditador? Respeitará ele os Direitos Humanos? Se respeita, desconhece que personagens como Estaline, Lenine, Trotski e Fidel Castro existiram)!
De qualquer forma, gostaria de dar uma mera sugestão (numa tentativa frustrada de ter piada): já que estamos em ano de manifestações estudantis, poderia organizar-se uma manifestação para que se façam os funerais de algumas almas enterradas na Sibéria há umas dezenas de anos.