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segunda-feira, março 29, 2004

Contra o cientismo

Nunca concordei com o racionalismo, tão, advogado pela esquerda marxista. Ou melhor, nunca considerei o Homem um ser racional capaz de fazer com que uma sociedade evolua até chegar ao seu estado de "perfeição".
Em primeiro lugar, nunca poderia concordar com este tipo de argumentação, porque nunca tive ideais utópicos. Depois considero que , "a sociedade é composta de massas que, sendo não racionais e facilmente influenciáveis, hão-de reduzir a humanidade à mediocridade".

Como seria bom se uma sociedade conseguisse unir os seus esforços racionalmente, de forma a atingir os seus objectivos. Contudo, isso não é possível. Por mais que se defenda o contrário, as massas nunca conseguirão agir racionalmente. Porém, o irracionalismo sempre tratou com profunda amizade as massas. Só o simples facto de o indivíduo comum não conseguir dar-se conta desse facto é prova de um irracionalismo extremo. Dando um exemplo jocoso, só através do irracionalismo é que se pode explicar o facto de haver pessoas que preferiam morrer do que ver George W. Bush a apanhar Bin Laden.

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