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sábado, janeiro 03, 2004

E a figura principal de 2001, 2002 e 2003 foi...

Nada mais, nada menos que George W.Bush. Exceptuando Tony Blair, nenhuma outra pessoa se destacou tanto pela positiva como o presidente norte-americano.
Tanto o primeiro nome como o segundo, tem sofrido imensas pressões públicas dentro dos respectivos países que lideram. Porém, a pressão nacional e internacional não fez com que estes dois políticos tentassem calar gregos e troianos com algum populismo. Pelo contrário, o que W.Bush ou Tony Blair prometeram, cumpriram (a nível internacional). Para esse efeito, peço ao leitor que se recorde dos discursos que o líder norte-americano proferiu a seguir ao 11 de Setembro (confrontando esses discursos com as guerras do Afeganistão e do Iraque,constata-se que nenhuma das promessas foi quebrada), ou então, que se lembre da bravura com que Tony Blair enfrentou o próprio partido há uns meses atrás.
No entanto, quis aqui destacar George W.Bush por um outro motivo: é que, ao contrário de T.Blair, o mal-amado presidente americano tem sido considerado, pela maioria da opinião pública, como um incapaz, um ignorante, ou até, como um louco que quer conquistar o planeta. Contudo, George Bush tem várias hipóteses de ser considerado, num futuro relativamente próximo, um dos melhores presidentes que a América já teve, juntando-se aos dementes mentais Reagan e Truman.

A doutrina Bush, consiste, basicamente, em atacar preventivamente quem constituir um perigo real à segurança real dos EUA (note-se que a segurança está inter-relacionada com grande parte dos interesses vitais dos americanos).
Esta doutrina não é tão ameaçadora quanto isso, à harmonia pacificadora, que, por exemplo, a ONU advoga. Ou melhor, o futuro das nossas democracias depende, a grosso modo, do sucesso desta doutrina extremamente hobbesiana, na qual a segurança de todos os cidadãos é feita através das relações de força (é um pouco redutor, mas não é o que mais importa explicar agora).
Se, no tempo da Guerra Fria a doutrina Truman, de contenção, foi importante para que não se despontasse uma guerra monstruosa, nos nossos dias é importante neutralizar o adversário antes que ele nos massacre. Esta doutrina vai ser o legado de Bush e, não tenhamos dúvidas que é muito mais importante ,neste momento, do que Direito Internacional, o qual � t�o advogado pela ONU.


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